Quem é mais organizado nas finanças?

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Começando meu orçamento


Primeiro emprego, primeira conta bancária e a necessidade de administrar suas finanças. Parabéns, esses são os primeiros passos da sua independência financeira. Agora, para que a trajetória seja segura, é importante estruturar muito bem seu orçamento.



A tarefa não é tão complicada como muitos imaginam. A dúvida mais comum é por onde começar: pelo que você ganha (receita) ou pelo que gasta (despesas)?

Se, ao responder, você optou pelas despesas, por considerá-las as vilãs de qualquer orçamento, errou! O motivo é simples: sua realidade financeira deve ser guiada pelo valor que você tem disponível: sua renda. Esse é o ponto de partida para adaptar seu padrão de consumo.

Quanto exatamente você ganha?

Primeiro, procure entender exatamente quanto recebe, para tentar determinar quanto pode gastar. É importante considerar como receita apenas o valor líquido do seu salário, e não o bruto. Você sabe a diferença?

Pois bem: suponha que o seu salário atual bruto seja R$ 2.000,00. Para o seu orçamento você não pode considerar este valor, mas sim o valor líquido que você vê em seu holerite, depois de descontados a contribuição ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social), o Imposto de Renda e outros (faltas, atrasos, vale-transporte etc.).

Procure ser o mais realista possível na hora de compor o seu orçamento. Todas as informações, relacionadas de forma clara, lhe ajudarão a compor um cenário mais claro para suas finanças!

"Engorde" sua receita!

Isso não significa que você deva aceitar as receitas de hoje como o valor máximo que pode contar mensalmente. Investir em educação e treinamento pode ser uma alternativa interessante para ampliar seus ganhos no futuro. Além disso, nunca se esqueça de que pode ganhar uma "graninha extra" desempenhando outras atividades em paralelo.



Sendo criativo, um hobby pode se tornar fonte de renda! O dom para a culinária, a produção de bijuteria ou mesmo algumas aulas particulares na sua disciplina favorita podem ajudar no seu bolso. Aulas de música, dança ou mesmo cuidar do bebê da vizinha. Vale tudo!

Você sabe controlar sua renda?

Você deve incluir todas as fontes disponíveis aqui: salário, rendimento com aplicações, ajuda dos pais, "bicos" etc.
Lembre-se de selecionar quais são suas fontes de receita fixa (que você recebe todo mês) e quais são variáveis (recebe esporadicamente, sem conseguir prever muito).

Geralmente, quem trabalha com remuneração fixa consegue montar um orçamento com maior facilidade do que o trabalhador com receita variável (quem depende de comissões, bonificações etc.), pois tem condições de relacionar exatamente seus ganhos.

Portanto, se você tem intenção de trabalhar um dia como autônomo, atenção: é bom aprender o quanto antes a lidar com seu dinheiro! Quem vive com remuneração variável sabe como é fundamental para o bolso monitorar de perto as receitas. A falta de controle no orçamento é um dos principais motivos para o planejamento financeiro deficiente. Pense nisso e previna-se!


Fonte: Finanças Práticas

Postado por: Bianca Lopes

quarta-feira, 24 de julho de 2013

Primeira conta bancária


Independência financeira. Quem não sonha em conquistá-la? Ter uma conta bancária, ser responsável pelo seu próprio dinheiro. Pois essa hora chegou para você! Conseguiu o sonhado emprego e agora tem em mãos seu primeiro salário!

Para que esse momento marque o início da sua bem-sucedida trajetória financeira, é indicado você observar alguns aspectos importantes. Pequenos cuidados que você pode, e deve, incorporar em seu dia-a-dia!


Cheque e Cartão: não existe vilão

Quando se fala em finanças pessoais, alguns recursos são tidos como verdadeiros vilões do orçamento. O cheque especial e o cartão de crédito são vistos como alguns deles.

Primeiro, é importante entender que o fato de uma instituição financeira lhe possibilitar o uso de determinada quantia, chamada "limite", não significa que você precisa se endividar por isso. Basta fazer uso do crédito consciente. Quer saber mais a respeito?

Imagine que seus pais lhe dão, todos os meses, R$ 300 para que você possa passar o mês. Você sabe que é esta é sua receita. No entanto, em caso de emergências, seu pai lhe concede empréstimo de R$ 100 por uma semana. Caso não lhe devolva neste prazo, cobrará de você o valor emprestado, mais juros de 5% ao dia.

Neste caso, se você perder o prazo, perceberá que sua dívida irá crescer rapidamente. Agora responda: de quem é a culpa: do seu pai, que lhe emprestou o dinheiro, ou sua, pela dificuldade em administrá-lo?

Crédito tem um custo

A opção de utilizar o limite do seu cheque especial deve ser planejada. Isso significa que você deve traçar uma estratégia para utilização desse dinheiro, e posterior reposição. Caso contrário, você vai se deparar com o efeito "bola de neve".

E qual o limite deste crédito? Isto vai ser definido de acordo com o seu perfil, principalmente em relação à sua renda mensal declarada, mas o valor poderá ser periodicamente ajustado pelo banco nas atualizações de seu cadastro. No entanto, os juros desta modalidade são altos, e você precisa estar ciente disso.

É preciso cuidado para não fazer do limite do cheque especial um complemento do seu salário: ele não é receita e não deve ser incorporado a ela!

Débito ou crédito?

Lembre-se: assim como acontece com o talão de cheques, o fato de ter um cartão de débito e/ou crédito na carteira não significa que você precisa utilizá-lo o tempo todo. Esses recursos são ferramentas que lhe garantem movimentar seu dinheiro com maior segurança, mas exigem critério e controle de sua parte.

Procure monitorar sempre os seus gastos. Anote no canhoto o valor referente a cada cheque emitido, destacando a finalidade e a data. Da mesma forma, guarde os comprovantes de pagamento com cartão de crédito e débito.

Não se esqueça de analisar com cautela o extrato de sua conta bancária, visando identificar melhor onde gastou. Outro ponto importante: caso tenha dúvidas em seu extrato, não se intimide e esclareça suas questões com o gerente da sua conta.

Cuidados a tomar

Além de se preocupar com seu bolso, é importante estar atento também à sua segurança. Confira abaixo algumas medidas importantes:

       nas compras com cartão de crédito ou débito, mantenha-o em local seguro, solicitando sua devolução logo após o uso. Confira se o cartão devolvido é realmente o seu;

       evite emprestar o seu cartão para terceiros e não forneça dados pessoais, como senha e números de contas;

       evite passar o número do seu cartão de crédito, em voz alta, em locais públicos, como aeroportos, shoppings etc.;

       assim que receber seu talão de cheques, confira se a numeração das folhas corresponde àquelas informadas pelo banco na carta de envio; o passo seguinte é desbloquear as folhas;

       não ande com o talão inteiro na carteira. Selecione algumas folhas e marque no contracheque que elas estão com você. Assim, caso você seja roubado, não precisa sustar o talão inteiro;

       muita atenção ao emitir pré-datados. Não importa qual data esteja marcada para a compensação: cheque é considerado pagamento à vista;
Fonte: Finanças Práticas

Postado por: Aline Rodrigues

segunda-feira, 22 de julho de 2013

UNIVERSIDADE

Começar uma faculdade representa um grande passo, uma das maiores mudanças da sua vida. Caso opte por estudar em outra cidade então, terá de aprender a cuidar das suas contas, tomar suas próprias decisões. Nesta fase, certamente vai aprender lições valiosas.

Um grande passo nesse processo é se conscientizar da importância de planejar o uso do seu dinheiro, aprendendo e adquirindo habilidades financeiras que serão bastante úteis e que vão lhe ajudar para o resto da vida. Pense nisso!

Prepare o seu orçamento 
Agora ingressando na faculdade, você já planejou suas contas? Sabe quanto pode gastar com alimentação por semana? Pretende trabalhar durante o curso? Imagina quanto terá de investir em livros e outros materiais didáticos?

Tantas questões são para mostrar que está mesmo na hora de organizar seu orçamento. Anote primeiro sua receita, ou seja, seu salário líquido, caso já trabalhe, ou o dinheiro que recebe dos seus pais.

Feito isso, anote seus gastos, para saber exatamente para onde está indo o seu dinheiro. A partir daí, faça uma estimativa de quanto serão suas novas contas. Inclua as despesas com lazer, vestuário e outras categorias de gastos importantes. Inclua uma porcentagem para simplesmente economizar. Talvez você demore alguns meses para alinhar o seu orçamento aos seus gastos.

Uma dica importante: na receita, inclua apenas o que você já recebeu. Seja bastante realista e não registre a entrada de determinada quantia, caso não a tenha recebido.

Verifique seus gastos e suas receitas. Sai mais dinheiro do que entra? Se for assim, você precisa reduzir os gastos. As contas de lazer são fáceis de reduzir, os custos fixos como os de serviços públicos e moradia são mais difíceis. Continue reduzindo até ter o suficiente para cobrir os gastos.

Pensando no seu planejamento, considere a possibilidade de arcar com os custos de um seguro. O que, num primeiro momento, pode lhe parecer "despesa", lhe dará condições de garantir certo respaldo em determinadas situações, como o ressarcimento no caso do roubo do seu carro, ou a assistência no caso de um acidente onde você, involuntariamente, tenha causado certo prejuízo a alguém.

Boas contas e... sucesso!
Fonte: Finanças Práticas

Postado por: Monique Motta

quinta-feira, 18 de julho de 2013

Depois de 5 meses trabalhando para pagar impostos, brasileiro começa a trabalhar para si.

O consumidor brasileiro paga impostos a cada dia, mas os primeiros meses do ano são um período especialmente difícil, no qual o cidadão recebe o seu carnê do IPTU, os boletos do IPVA e ainda tem que saldar suas contas com o leão do Imposto de Renda (IRPF).

Tomemos como exemplo o caso de um trabalhador assalariado, na cidade de São Paulo, que ganhe R$4.000,00 por mês, trabalhando 8 horas por dia, possua um carro de R$30.000,00 e viva sozinho em um imóvel próprio no valor de R$300.000,00. Esse cidadão desembolsaria aproximadamente R$18.500,00 com pagamento dos três impostos acima citados. Esse valor representa 803 horas (considerando R$22,73 o valor de cada hora) ou cerca de quatro meses e meio de seu trabalho - só para pagar o IPTU, o IPVA e o IRPF. Isso sem levar em conta nenhum outro imposto sobre bens ou serviços – um cenário bastante distante da realidade no Brasil.



Segundo dados do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), o brasileiro gasta, em média, 150 dias do ano apenas para pagar seus impostos, sendo um dos países mais caros do mundo – à frente de França, Espanha e Estados Unidos, por exemplo, que oferecem serviços públicos consideravelmente melhores a seus cidadãos.

O imposto de renda do assalariado é debitado na fonte. Se houver recebimentos de mais de uma fonte pagadora, vale a pena deixar o acerto de contas para o final do ano e reinvestir a diferença em poupança ou outros fundos. Se for feito tal investimento, por incrível que pareça, ter imposto a pagar no final do ano pode ser melhor do que ter a receber.

Quanto aos demais impostos diretos, é necessário criar uma reserva para suportar a pesada carga tributária do nosso país. Uma parcela do 13º, por exemplo, pode ser destinada para o pagamento desses encargos à vista.

Anotar os gastos mensais, comparar preços e reduzir ao máximo os custos fixos são medidas que também podem contribuir para um melhor planejamento familiar, aliviando o sufoco do início de ano e dando maior flexibilidade para gastos com lazer em períodos de maior calmaria financeira.

 Fonte:  Jornal Folha de SP.

Postado por: Jéssica Almeida

quarta-feira, 17 de julho de 2013

Contabilidade aplicada no cotidiano


Quando se fala em contabilidade, muita gente pensa que se restringe somente a realidade empresarial e não é bem assim. A maioria das pessoas pensa assim porque já há um mito em achar que tudo que se refere a contabilidade é burocrático, desinteressante e que nada tem a ver com o dia-a-dia de um cidadão qualquer. Primeiro é preciso desmistificar todas essas visões errôneas sobre o que é contabilidade e sobre a sua importância em nossas vidas. Afinal, o que é contabilidade? Qual seu intuito?

Tomemos como princípio que contabilidade vem da palavra contar, que nada mais é do que mensurar algo em números, revelar alguma coisa para outra pessoa e confiar em alguém. A contabilidade, em sua essência, tem esses mesmos intuitos. Ela contabiliza todos os dados e números relativos à situação financeira de uma empresa, os comunica para o seu responsável e todos os dados por ela informados são confiáveis. Resumindo, a contabilidade é uma ciência que ajuda na tomada de decisões importantes, principalmente aquelas que dependem da situação financeira de uma empresa.

A contabilidade está presente na vida de cada um de nós. Quando fazemos planejamentos mensais de gastos, balanços das entradas de dinheiro, entre outras coisas que envolvem a nossa situação financeira, fazemos contabilidade sem perceber.

A contabilidade tem seu lado burocrático sim, mas sua funcionalidade vai além disso. Reconhecer que ela tem participação na vida de todos nós é reconhecer que ela só vem ajudar no controle financeiro e nas decisões mais importantes que podem comprometer e muito um futuro próximo.
Nas próximas postagens, iremos trazer diversas dicas para facilitar a sua contabilidade pessoal.

Postado por: Bianca Lopes

sexta-feira, 12 de julho de 2013

2013: Ano da Contabilidade

O ano de 2013 será, sem dúvida, um dos mais importantes para a Contabilidade
brasileira. Lideranças e órgãos ligados à profissão estão se unindo para que toda a
sociedade saiba e reconheça o verdadeiro papel do profissional da contabilidade.
Conheça, a seguir, um pouco do projeto.


Muito embora a profissão contábil venha conquistando espaço nos cenários nacional e internacional, o contexto das organizações públicas e privadas ainda necessita de maior reconhecimento.


A sociedade, de maneira geral, ainda tem uma imagem distorcida e distante do atual momento que vivenciamos na profissão. O CFC, entendendo a necessidade de projetar uma imagem mais real e positiva da profissão e do profissional, convidou parceiros estratégicos para, em conjunto, construírem um amplo projeto de divulgação e conscientização, por parte da sociedade, sobre a importância da contabilidade e do profissional contábil.


O projeto intitulado "2013 - ano da Contabilidade no Brasil" será desenvolvido por meio de um conjunto de ações sistematizadas e organizadas, com temas relevantes e de importância durante todo o ano de 2013, nos mais diversos meios e formas de divulgação, provocando um verdadeiro "choque de mídia".


Justificativa

É fato incontestável que muitas pessoas e segmentos da sociedade vêem a profissão num patamar inferior às de maior destaque, fazendo parte de uma espécie de 2º escalão. O profissional ainda é visto como um técnico sem grande expressão, sem muita ética e com atuação de forma a atender às necessidades do cliente, ou seja, aquele que dá um "jeito nas coisas". Essa imagem é irreal, disforme e deturpada. O que existe, por parte dos organismos ligados direta e indiretamente à Contabilidade, são ações estruturadas de informação à sociedade.


Objetivos da Campanha

- Informar a sociedade quais são os serviços prestados pelos profissionais da contabilidade;

- Conscientizar a população da importância do profissional da Contabilidade para o desenvolvimento socioeconômico do país;

- Fortalecer a imagem do profissional da Contabilidade perante a sociedade; como parceiro dos empresários, no que se refere à gestão do negócio, e do Estado na execução da prestação de contas fiscais;

- Incentivar a demanda por profissionais contábeis nas instituições públicas, privadas e da sociedade civil;

- Estimular a procura por cursos de Ciências Contábeis em IES;

- Fortalecer a demanda de Auditores em organizações públicas e privadas.


2013: Ano da Contabilidade no Brasil, você fará parte desta história! Aguardem


Postado por: Aline Rodrigues